Sinais do Apocalipse

•novembro 25, 2008 • 6 Comentários
globo.com

globo.com

“Agora é pra valer. A cantora Mallu Magalhães assumiu o seu namoro com o também cantor Marcelo Camelo, na noite deste sábado, 22, durante uma apresentação no Morro da Urca, na Zona Sul do Rio. Quando questionada sobre a diferença de idade entre ela e o namorado, Mallu respondeu: “Não vejo problema nehum com essa história de idade. Isso existe?”, disse ela, que aos 16 anos vive um romance com um homem de 30 anos. “¹

 

Mallu Magalhães, 16, e Marcelo Camelo, 30.

O Problema não é nem a idade. ( São só 14 anos, 6 meses e 24 dias de diferença). Antigamente meninas de 13 anos casavam-se com homens de 40 bem mais barbudos.

Imagine que você é uma garotinha adolescente, que cheira a talco de bebê, é um prodígio musical pega um violão, um banjo, um piano, uma gaita e por aí vai, toca todos estes instrumentos e ainda é dona de uma voz agradável e melódica, usa vestidinhos listrados e coloridos bem passados pela mãe e seu pai  te obriga a cancelar um show, porque você tem que estudar para a semana de provas do primeiro colegial. Agora Imagine um tufo de pelos, mas bem peludo mesmo entrando da sua boca e… urgh! Bom, é melhor eu parar por aqui.  É essa impressão que tive quando fiquei sabendo que Mallu Magalhães e Marcelo Camelo estavam namorando.

Isso NÃO é um blog de fofoca, certamente, mas foi a melhor maneira de externalizar minha indgnação. Desculpem meus amigos que são a favor de tal relacionamento… não que eu seja contra, só quero que a Mallu seja feliz!… (longe de um pedaço de bombril enferrujado).

Sabe aquela filha que você cria a leite com pêra, cuida, educa e na hora dela andar com as próprias pernas você fala “Vá filha, você já pode encarar o mundo! Seja livre!”. Você solta a guria e ela encontra um sedutor ex-Los Hermanos, com cornos de Anna Júlia e visual a la Tom Hanks no Náufrago…e faz dele seu homem. E você pensa ” Foi pra isso que eu te criei Mallu? Volte para os braços do papai!”

Brincadeiras a parte, Mallu, desejo seu sucesso gradativo e sua felicidade incondicional, sério mesmo! A verdade é que tudo isso é uma questão de gosto. Nada contra os barbudos de 30 anos que beijam menininhas. Mas agora estou torcendo para a Anna Júlia voltar pra esse cara estranho que chegou! E se for para a eternidade este novo amor eterno, quem tratar a Mallu como janta vai se ver comigo!

 ¹Trecho e imagem extraídos do link http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL872380-9798,00-MALLU+MAGALHAES+E+MARCELO+CAMELO+ASSUMEM+ROMANCE.html

Não. A única coisa a fazer agora é tocar um tango argentino.

•novembro 11, 2008 • 2 Comentários

Realmente. O que fazer quando se é demitido? Só porque eu escrevi “arrazar” em vez de “arrasar”? Ou foi porque meu serviço era melhor do que o de muita gente? Acredito que tive grande azar (não “asar”).

Enfim, eu não aprecio viver de especulações. Talvez agora eu mude de carreira, vá fazer direito no Largo São Francisco, ou faça uma tatuagem no braço esquerdo, arrepie o cabelo e assuma a vida louca que eu sempre tive vontade de ter. Também posso pegar o violão e tentar a sorte na música e quem sabe acabe virando hippie. Ou viva de reflexões e devaneios escritos em blogs e folhas perdidas…

Na verdade eu queria ser Janis Joplin. Sem a parte das drogas em excesso. Porque se não fosse isso ela poderia estar viva até hoje, vivendo de rendas de clipes, DVDs e CDs vendidos, além dos shows de 1.000 reais por cabeça. A vida assim é bem melhor. Você não precisa se preocupar se falam bem ou falam mal de você. O que importa é que das duas formas você ganha mais fama e dinheiro. Alguém já dizia “falem ou falem mal, mas falem de mim”. Inclusive aproveito a deixa para falar mal: eu não dou Ctrl+C+Ctrl+V nos textos alheios e repasso informações incompletas. Isso se chama plágio. Só para ficar a dica. Mas graças a Deus minha vida sempre muda para melhor. Se não gostaram de mim, há quem goste e saiba apreciar. Já foi, é passado para sempre.

- Eu deveria me preocupar com o que fazer depois disso?

- Não. A única coisa a fazer agora é tocar um tango argentino.

Clara Camargo

Dona Xica

•setembro 2, 2008 • 1 Comentário

Crônica que escrevi… não está muito jornalística, mas a considero digna de publicação.

xica
xica

 

 

                      Igual há cinqüenta anos

 

 

Hoje é quarta-feira, dia de ir ao mercado fazer compras, repor a fruteira e encher a despensa. Dona Francisca desperta, abre os olhos, as pálpebras enrugadas pelo tempo, ergue o braço esquerdo a procura do encosto da cama, apóia-se na madeira velha comida pelos cupins, que range enquanto se levanta com dificuldade. Aos 76 anos suas costas não são mais as mesmas de cinqüenta anos atrás, quando saltava da cama às 9 horas das quartas-feiras e passava horas

penteando os longos cabelos negros e enrolando os cachos das pontas, estes herdados de seu pai italiano e aqueles de sua ascendência indígena por parte de mãe. O vestido de renda rosa e branco muito bem passado e engomado, os sapatos brancos de fivela, chamados “sapato boneca”, uma moça bonita e asseada, de origem simples, Xiquinha, como a chamava suas amigas, ia religiosamente todas as quartas ao Mercadão, não para comprar frutas, mas para ver seu noivo, Mário, que transportava queijos e vinhos do caminhão à tenda do Sr. Moraes. “Bons tempos aqueles”, lembra Xica com os olhos úmidos de nostalgia e distantes de saudades, mirando o relógio de mesa enferrujado. “Já é dez pra meio dia! Melhor me apressar!”. Abre a porta do armário que, como tudo naquela casa, range alto e agudo, pega o vestido azul e branco, com miúdos desenhos de flor e liga o ferro de passar roupas. “Pelo menos esse é novo! Alessandra me deu no Natal passado…”, recorda.

Na porta está à espera o velho carrinho de ferro, com as rodinhas cobertas de ferrugem, Xica pega uma caixa de papelão, encaixa entre as grades do carrinho de feira, destranca a porta e sai para a rua. Duas quadras depois avista o Mercado Municipal do centro da grande São Paulo. Suas paredes interminavelmente altas, sua concretude sólida, seu aroma misturado de verde, doce e azedo, as lembranças de moça, a expectativa, a vivacidade, a paixão, Mário, tudo invade a cabeça de Dona Xica como uma onda suave.

- Tarde dona Xica! – exclama seu João de cabelos brancos como os de Xica e pele amassada de velhice.

- Tarde João! – responde Xica, simpática, com as bochechas cheias coradas – Vim pegar umas laranjas, as minhas acabaram. Júlia e Marinho comeram tudo no almoço de domingo!

- Esses seus netos são uns danados! – brincou João, enquanto passava uma laranja suculenta para as mãos de Xica. – Aproveita essas que chegaram agorinha cedo e estão fresquinhas!

- Vou levar seis! E mais aqueles cachos de banana ali.

Com o carrinho carregado de frutas, Xica, já cansada, se senta no banquinho da porta alta do Mercado e observa o movimento. Quanta gente, quanta pressa, quanta cor… A mesma coisa de cinqüenta anos atrás.

 

 Por Clara Camargo

Loneliness is such a sad affair

•maio 26, 2008 • Deixe um comentário

Superstar

Long ago and oh so far away
I fell in love with you before the second show
Your guitar, it sounds so sweet and clear
But you’re not really here
Its just the radio
Dont you remember you told me you loved me baby
You said youd be coming back this way again baby
Baby, baby, baby, baby, oh, baby, I love you I really do
Loneliness is a such a sad affair
And I can hardly wait to be with you again
What to say to make you come again
Come back to me again
And play your sad guitar

Sea of Love

Do you remember when we met
That’s the day I knew you were my pet
I want to tell you how much I love you
Come with me, my love
To the sea, the sea of love
I want to tell you how much I love you
Come with me, to the sea
Do you remember when we met
That’s the day I knew you were my pet
I want to tell you how much I love you !

O ESTRANHO EM SÃO PAULO

•maio 9, 2008 • Deixe um comentário

          B I Z A R R O

Peguei alguns trechos do artigo de Luzia Estevão Pereira, que fala sobre os estranhos da cidade de São Paulo, que certamente tem muitos estranhos.

Eu sou estranha, você é estranho, todos somos. Mas o que levou Luzia Pereira a selecionar o tipo de estranho que ela trata em seu artigo? Ela fala que a maioria dos paulistanos acha que os estranhos são os nordestinos… I don’t think so… Para mim os estranhos não são os nordestinos, principalmente porque eu descendo de nordestinos!!

Essa é a opinião  da classe média de São Paulo, concentrada principalmente nos arredores da Av. Paulista, nos bairros de Higienópolis e Vila Madalena, sem querer discriminar os moradores, mesmo porque eu tenho boa parte dos meus amigos morando nessas regiões. Enfim, para mim estranhos são… são… eu ainda não defini quem são os estranhos para mim… mas acho que para São Paulo, os estranhos são os que não acompanham o ritmo frenético da cidade. Sabe aqueles hippies que ficam vendendo artesanato nas avenidas da cidade? Eles sim são bem estranhos. Um dia estava eu, com alguns amigos indo para o Itaú Cultural na Paulista e veio um cara e tacou uma peteca em mim! Eu virei e pensei ” Ma quequé isso?” e o cara falou, alegre ”Vamos jogar!”. E comecei uma partida de peteca em plena avenida paulista, com um cara que eu não fazia idéia de quem fosse, só sabia que ele era hippie. Outro dia, quando estava com uns amigos no bar (também na Paulista), uma hippie veio vender artesanato. Falei que não estava interessada, mas ela insistiu “Não, só estou pedindo para vc olhar”, ok, eu olhei. Realmente os brincos, pulseiras, colares e penas da mulher eram muito bonitos, bem coloridos e com um ar de woodstock. Falei para ela que a arte era muito bonita e tal, e ela falou com a voz mole ”Foi Jah que fez” e eu “Ahn, foi Jah que fez?Que bacana” … pra mim Jah significa marijuana! Nada como uma boa marijuana para inspirar os artesãos! Os hipongas são realmente muito estranhos. Nunca sei o que esperar deles. Mas são pessoas do bem, afinal são paz e amor! Se pudesse sair fora desse sistema capitalista do qual dependo inteiramente, seria hippie. Deve ser perfeito.

E na virada cultural então! Eu avistei um cara lindo e comentei com a minha amiga, só que o cara percebeu. Para variar, ele era hippie. Ele começou a seguir a gente e não parava de olhar pra minha cara… fiquei com vergonha e comecei a rir… de repente ele parou e falou ” Vocês gostam de Sarau?” eu disse que gostava, então ele me entregou um papelzinho e me convidou para ir na casa dele, explicou como fazia para chegar e falou que era um lugar “da natureza”. Achei o máximo! Fiquei morrendo de vontade de ir… mas quem disse que eu sou louca o suficiente? Tudo bem que ele era lindo, hippie e natural, mas vai saber se ele tomava banho! Rs…

 

O ESTRANHOEM SÃO PAULO,

SEUS ESTIGMAS, SUA LINGUAGEM

 Luzia Estevão Pereira

 

 

Os estranhos vivem nas periferias, ou não possuem moradia, mas insistem em circular pela Av. Paulista, pelos shoppingsda cidade e quando trabalham, o fazem longe de casa. Poderíamos dizer que quanto mais uma pessoa mora perto dos grandes centros de cultura e trabalho da cidade mais reconhecida ela é, mais possibilidades de se tornar amiga ou inimiga e deixar de ser uma estranha.

Essa regra pode variar para alguns bairros, mas geralmente é assim que os jovens das escolas públicas da periferia sentem, sua identidade é produzida a partir da distância de certos locais: moro aqui, sou trabalhadora, quem mora lá é playboy, não trabalha, e quem mora ao meu lado e não trabalha é malandro, ou vagabundo, ou o estranho. O cruzamento do local de moradia, da condição de trabalhador ou de estudante, pode definir, para o paulista em geral, parte considerável da identidade socialde alguém. Os significados para esses atributos já estão dados e compartilhados na sociedade. 

QUEM É O ESTRANHO PARA VOCÊ???

 

Clara Camargo

Virada CULT 2008

•abril 29, 2008 • 3 Comentários

Fui com o objetivo de ver Mallu Magalhães, A Menina Prodígio, mas depois de uma noite e um dia tão tumultuados de atividades – viajei e madruguei no teatro e nas festas _ dormi de mais… só deu tempo de ver Cachorro Grande e Lobão. Resumindo: não fiz nada que eu planejei. Mas quer saber? Foi ótimo!

NO PALCO DO ROCK REPÚBLICA
Confesso que detestava Cachorro Grande antes de ir ao show e me surpreendi com os caras. Eles mandam bem mesmo (apesar da “mostra gratuíta” das nádegas albinas de Beto Bruno)! O show é super UP !  Embaixo do sol de 30°C público se animou, pulou e cantou junto!
Depois do show do 12:00, veio o Lobão às 15:00. A Praça da República lotadassa, principamente de quarentões e cinquentões, (com todo respeito)! Incrível como as músicas semi-revolucionárias do Lobão fizeram o pessoal supimpa de 1970 e poucos voltar no tempo!

Sem brincadeira, tinha uma senhora de uns quase 60 anos pulando que nem cabrito na minha frente durante toda uma hora e pouco do show! Gostei daquele clima suave que estava no ar.
Pessoas aquarteladas na grama do Vale do Anhagabaú, deitadas em cangas ou nas malas ou umas nas outras, comendo, conversando, fumando, namorando… tinha até um indigente tomando banho de água mineral! Quase um Woodstock (com menos drogas).
Todos eram crianças: de zero a cem anos.
São Paulo inteira junta, no mesmo lugar… experiência única. Sem dúvida vou repetir ano que vem. Espero que haja Mallu Magalhães de novo… se ela não tiver desaparecido por um sucesso efêmero, ou se ela não tiver se tornado “chique” de mais para tocar na Virada… acredito que não. Ela é uma boa garota!

Clara Camargo

*Fotos emprestadas do Flickr*

Contra a Antiestética da Guerra

•abril 24, 2008 • 1 Comentário

 

“…a guerra é bela,pois, em virtude das máscaras contra gases, do terrificante megafone, dos lança-chamas e dos carros de assalto, funda a soberania do homem sobre a máquina subjugada. A guerra é bela porque realiza, pela primeira vez, o sonho de um homem com o corpo metálico. A guerra é bela porque enriquece o prado florido com as orquídeas flamejantes que são as metralhadoras. A guerra é bela porque reúne, para compôr uma sinfonia, a fuzilaria, o fogo dos canhões, a pausa entre os tiros, os perfumes e os odores da decomposição. A guerra é bela porque cria novas arquiteturas, como a dos tanques, das esquadrlhas aéreas em formas geométricas, das espirais de fumo subindo das cidades incendiadas e muitas outras ainda [...].”

Publicado em La Stampa de Turim

Na minha opinião, esse texto é irônico. 

É um manifesto do escritor, poeta, editor, ideólogo, jornalista e ativista político italiano, iniciador do movimento futurista, Filipo Tommaso Marinetti sobre a guerra da Etiópia (apesar da imagem ser da Guerra do Vietnã, só por ilustração do tema). Ele era fascista e chegou a afirmar que a ideologia do partido representava uma extensão natural das idéias futuristas… isso sim que é amor pela guerra! O cara acreditava que a guerra era bela como a arte (loucura ou excesso de sensibilidade)! Tudo bem que nem toda arte é esteticamente bela… existem outros fatores que tornam a obra uma arte, que não somente a beleza. O momento histórico, a representação de algo revolucionário, por exemplo, já bastam para que a obra seja uma arte…

Mas a guerra! Seria irônico dizer que é esteticamente bela! Talvez pelo aspecto da habilidade técnica e do ritmo dos disparos e gritos agonizantes… mas antes de tudo isso, a guerra não é uma composição artística, e sim uma decomposição.

Clara Camargo

EXPOSIÇÃO STAR WARS

•abril 22, 2008 • Deixe um comentário

Publico aqui o fruto do meu trabalho: uma pequena matéria sobre a exposição Star Wars Brasil, que ocorre no Parque do Ibirapura, em São Paulo.

Encontrei alguns problemas em postar as fotos, por isso as colocarei depois deste post.

Aos Fãs, que se divirtam! Aos não fãs… que aproveitem a oportunidade se tornar novos fãs!

 

 

tôulo

 

 

A saga de Guerra nas Estrelas há 30 anos vem surpreendendo terráqueos de todas as idades, e agora traz a exposição Star Wars Brasil, que é a primeira sobre a série na América Latina.

O evento conta com mais de duzentos itens, entre eles robôs, naves, maquetes, figurinos e ilustrações dos seis filmes da saga.

A iluminação do ambiente cria um ar espacial, combinando com a trilha sonora que deixa um gosto de aventura no ar.

 

AS PEÇAS

 

Com 2,5 metros, no primeiro ambiente da exposição fica a Jedi Starfighter, nave em tamanho real trazida diretamente do depósito da Lucasfilm na Califórnia. Todas as peças do evento são originais e foram usadas nas filmagens. Não há nenhuma reprodução.

A Podracer de Anakin Skywalker também aparece em tamanho real. Nave de corrida pilotada na competição de Boonta Eve em “A ameaça Fantasma”. Entre outras naves em tamanho real estão o Airspeeder de Anakin também pilotado por ele, só que no filme “O Ataque dos Clones” e a Imperial Speeder Bike, moto voadora usada pelos soldados do Império em “O Retorno de Jedi”.

Maquete da famosa TIE fighter, que aparece nos episódios “Uma Nova Esperança”, “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”.

Outras naves em miniatura são exibidas com detalhes, como a Imperial Star Destroyer, a Rebel X-Wing pilotada por Luke Skywalker quando destrói a Estrela da Morte, no primeiro episódio da saga e a boa e velha Millennium Falcon que, nas mãos do Capitão Han Solo e Chewbacca como co-piloto rendeu batalhas emocionantes contra o Lado Negro da força nos episódios IV: Uma Nova Esperança, V: O Império Contra Ataca e VI: O Retorno de Jedi.

No “Palácio” encontra-se o manequim do sith Darth Maul que usando seu sabre de luz de duas laminas, mata o Jedi Qui-Gon em“A Ameaça Fantasma” emais tarde é morto porObi-Wan Kenobi.

Há também figurinos femininos exibindo a beleza das roupas utilizadas por Padmé Amidala nos três primeiros filmes da saga.

Os simpáticos andróides R2D2 e C-3PO, presentes em todos os seis episódios de Guerra nas Estrelas recebem os visitantes do evento na entrada do Palácio. C-3PO foi interpretado em todos os filmes pelo ator Anthony Daniels que esteve presente nos primeiros dias do evento, enquanto R2D2, já foi vivificado por um ator-anão no episódio IV e nos outros episódios foram usadas unidades com controle remoto.

Na sala dedicada à Darth Vader está a mesa de cirurgia em que Anakin Skywalker, já tomado pelo Lado Negro, é transformado no ser metade homem, metade máquina. Na sala obscura pode-se ouvir a respiração inconfundível de Darth Vader, ver cenas da metamorfose de Anakin em “A Vingança dos Sith” e observar em tamanho real o manequim da personagem e ilustrações de lutas de cenas dos filmes.

 

ESCOLA JEDI

 

Os Cavaleiros Jedis convidam a platéia a se tornarem Aprendizes Jedi (Padawans), ensinando como manejar o sabre de luz e usar a força da mente contra o medo e o Lado Negro. Inesperadamente Darth Vader entra na sala e os ensinamentos aprendidos pelos jovens padawans são colocados em prática numa emocionante luta entre bem e mal.

 

Finalmente Darth Vader é derrotado com a ajuda da força mental de todos e se retira, ameaçando que um dia irá voltar.

 

Depoimentos:

“A experiência melhor é a reação das crianças na hora do juramento, e na brincadeira quando falamos para elas obedecerem aos pais. É bem divertido” afirma Diogo, que interpretou o padawan Koadi.

O Padawan Thiago gostou muito da experiência: “Eu sempre gostei de brincar em casa, fingindo que eu era jedi! Foi legal, eu nunca tive uma experiência assim!”

Já o padawan Daniel, apesar de ter gostado da Escola Jedi, não parece ter conseguido dominar o Lado Negro: “Eu sou um sith. Acho que só de olhar pra mim já dá para perceber”. Siths são cavaleiros do lado negroda Forçadeterminados a dominar a galáxiae destruir seus inimigos, os Jedi.

 

OUTRAS ATRAÇÕES

 

Além das naves, dos figurinos e das personagens ilustres, outra a atração é a mesa de armas, um painel iluminado com algumas das fascinantes armas utilizadas nos seis filmes da série, incluindo suportes de sabres de luz.

Encontram-se maquetes de cenários como o Planeta Utapau onde se esconde o General Grievous em “A Vingança dos Sith”, o AT-AT Imperial Walker caído na neve, veículo de transporte e combate terrestre utilizado pelos soldados do Império. Miniaturas de robôs de combate, naves, ET’s, máscaras de alienígenas, e bonecos de outras curiosas criaturas.

Dentro da exposição há uma loja, onde o visitante tem a opção de vários itens da saga de Guerra nas Estrelas, entre eles, chaveiros, camisetas, brinquedos, máscaras, quadrinhos, revistas,dvds e muitos outros.  O evento também conta com um projeto educacional voltado para alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e Médio. Pra informações sobre o projeto exclusivo para escolas e agendamento, entrar em contato pelo telefone (11) 3883-9090 ou pelo e-mail contato@divertecultural.com.br.

 

Fã-clubes e sites

 

501st Brasilwww.501st.com.br– criado em 2001, é a versão brasileira do fã-clube americano 501st Legion e tem apoio da LucasFilm. Os membros devem ter fantasias da saga de alta qualidade.

Conselho Jediwww.conselhojedi.com.br– reúne os principais fã-clubes nacionais.

Conselho Jedi São Paulowww.conselhosp.com.br– conta com membros de todo o Estado.

Jediconwww.jedicon.com.br- organizado pelos Conselhos Jedi, é um grande evento da saga realizado semestralmente.

 

www.starwarsbrasil.com.br– site oficial do evento

www.starwars.com– site americano da dupla trilogia

pt.starwars.wikia.com – wiki enciclopédia da série, totalmente em português.

 

 

 

Informações

 

Local:Parque do Ibirapuera, Portão 3 (em frente ao Detran) – Pavilhão da Bienal, Porão das Artes- São Paulo – SP.

Aberto:de terça a domingo, até 29 de junho.

Horário:das 9 às 22 horas (bilheteria até as 21 horas).

Ingresso:inteira – 30 R$, meia entrada – 15R$.

Escola Jedi:inteira – 10 R$, meia entrada – 5 R$.

Hora marcada:com agendamento de dia e hora com entrada VIP: 40 R$ (tolerância de 15 minutos de atraso).

Telefone Ingresso Rápido: 4003-1212

Estacionamento:a área do Parque Ibirapuera é Zona Azul. Dias úteis (das 10h às 20h), final de semana e feriado (das 8h às 18h), 1 cartão corresponde a 2 horas e 2 cartões correspondem a 4 horas.

Linhas de ônibus:no site da exposição.

 

 Clara Camargo

Inaugurando

•abril 21, 2008 • 1 Comentário

espero que esse blog seja duradouro…

espero utilizar bem o dom da escrita.

Este blog servirá para diversas finalidades: trabalhos, desabafos, resenhas, críticas, choros, momentos de felicidades… é quase que um casamento: na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza, na alegria e na tristeza!

Vamos oficializar o casório!

Autora, você aceita este endereço eletrônico como seu legítimo Blog?

- Sim, aceito.

enoughabout.wordpress.com, você aceita esta jovem futura jornalista e aspirante a escritora para publicá-la e divulgá-la enquanto durar esta rede?

- 00100101001010. (traduzindo= sim, aceito.)

Eu vos declaro Blog e Autora.

Podem postar os textos.

Clara Camargo

Hello world!

•abril 19, 2008 • Deixe um comentário

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.